Exaustos depois de fazer o caminho El Choro, tivemos uma
noite de reis, comida quente e fresca e um quarto quente para dormir...
Ainda estávamos em Coróico e regressaríamos à La Paz, acordamos
6:30, levantamos e ajeitamos nossas mochilas, seguimos ao terminal de ônibus e compramos
nossas passagens, conseguimos ficar na frente com o motorista, porque Ricardo
sofreu muito na viagem anterior com as pernas... esperamos quase 1 hora para
encher, quando estava cheio subimos na vam para seguir nossa viagem.
Assim que o motorista ligou o carro, ele disse que iríamos
passar pelo caminho antigo, pois o novo estava fechado, pois haviam homens
trabalhando...
Quando ele disse isso meu coração já disparou e falei: _ Não
vou seguir viagem, pode parar que vou descer... ele que estava do meu lado foi
muito tranquilo e disse, se acalme que você está comigo, sou bom condutor e o
caminho é tranquilo e muito bonito, qualquer coisa você segura forte no seu
esposo...
Me desesperei, iríamos passar pela tão famosa “Estrada de La
muerte” a estrada mais perigosa do mundo... Bom, não havia o que fazer, coloquei
uma música e tentei relaxar...
Descemos a estrada de Coróico e seguimos em um caminho
diferente, o início da estrada estava tranquilo, parecia as estradas da região
de Coróico, como a que leva à Finca, eram curtas mas ainda havia espaço, a
paisagem eram linda, a selva ao lado e haviam até condores voando.
_“onde há
dúvida, que eu leve a fé”
Começou a tocar a oração de São Francisco, me emocionei, Deus
me enviou uma linda mensagem, tive fé e fiquei mais tranqüila...
Logo depois passamos por uma cascata que molhou toda a vam,
parecia chuva, e ali haviam muitas cruzes e capelinhas para os mortos, e a cada
curva eram 6, 7, 8 cruzes...
O nome estrada da morte realmente faz jus ao nome, pois
morreram muitas pessoas ali... seguimos nosso caminho e 1 hora e meia depois
entramos no asfalto, o condutor olhou para mim e disse: Pode ficar mais calma
agora, eu dei uma risadinha e agradeci, Ricardo aproveitou e puxou uma salva de
palmas...
Chegamos em La Paz meio dia, antes de tirar a mala eu parei
um taxi que nos levou ao hotel Magestic, havia ligado pela manhã e feito uma
reserva, fizemos nosso chec-kin e saímos direto para almoçar, eu estava
morrendo de fome e queria comer uma comida gostosa e com muita salada...
La Paz foi nossa casa por 5 dias antes que seguíssemos para
Copacabana, compramos uma passagem em ônibus turístico que nos buscaria às 7hs
da manhã no hotel (muito chique).
Às 7:50 o ônibus chegou e quando saímos, vi alguns carros e
ônibus com neve no teto, fiquei curiosa para saber onde estava nevando e
descobrimos que na parte alta da cidade nevou, fiquei ansiosa e com expectativa
de ver nevar, já que passaríamos pela parte alta para ir à Copacabana.
Enquanto o ônibus subia, começamos ver a neve e foi
aumentando pouco a pouco até a paisagem ficar coberta de gelo, eu fiquei
eufórica, já que foi a primeira vez que víamos uma cidade coberta pela neve,
sempre a vimos em montanhas...
Paramos em um posto e comprei um yogurt, quando abri estava
ruim e Ricardo viu que estava vencido, devolvi e peguei o dinheiro de volta.
Seguimos mais uma hora pelo caminho nevado e logo vimos as primeiras imagens do
lago Titicaca, era incrivelmente lindo, a neve já havia acabado e a paisagem
era de montanhas nevados ao fundo do lago e cidades margeando o lago...
Paramos em San Pablo, onde pagamos 2 bolivianos e tomamos uma
lancha para atravessar um braço do Titicaca, não é possível passar na balsa
junto com o ônibus...
Do outro lado, estava a cidade de San Pedro de Tiquina,
estava acontecendo um Festival para o dia do adulto maior e deu tempo para
tirar umas fotos, comprei um pastel com recheio de batata e ovo cozinho e
quando mordi vi um pedaço de frango, ainda bem que não cheguei a comê-lo,
fiquei brava e troquei na hora.
Chegamos em Copacabana às 12hs e deixei as malas com Ricardo
para procurar um Hostel, aqui os preços eram muito melhores que La Paz,
encontrei o “Hostel Olas del Titicaca” por 80 bolivianos um quarto matrimonial
com banheiro privado, TV, internet e
café da manhã, resolvemos ficar com ele.
Deixamos nossas malas e fomos dar uma olhada nos passeios.
Todas as agências fazem os mesmo tipo de passeios: - Saída às 08:30 da manhã,
parte Norte e Sul da Ilha do sol: Chega às 10:30 na parte norte e faz uma
parada de 3 horas, às 13:30 todos retornam ao barco e rumam à zona sul da ilha,
chegando às 14hs e retornando à Copacabana às 15:30 – esse passeio de 1 dia
custa 35 bolivianos. Ou então se pode comprar somente uma passagem de ida, que
para a Zona norte custa 25 bolivianos e para Zona sul 20 bolivianos, a volta se
compra diretamente na ilha. Os horários de saída de Copacabana são às 08:30 e
13:30. Volta zona Sul: 10:30 e 16hs e Zona norte: 13:30.
Quando descemos a rua principal, demos uma olhada nos preços
dos artesanatos, algumas coisas estavam bem mais barato que La Paz, compramos
gorro, luvas e outras coisinhas, a lojinha mais barata é a primeira do lado
esquerdo da rua de uma senhorinha...
Enquanto caminhávamos decidimos comprar um ticket para parte
norte, dormir lá uma noite e caminhar à parte sul no dia seguinte. Seguimos
caminhando na cidade e passamos na catedral que é muito linda.
Fomos para o Hotel descansar e depois resolvemos subir o
calvário para ver o entardecer. O caminho é muito íngreme e cansativo, a
sujeira estava por todo lado, e era muita...
Ficamos sentamos em uma pedra vendo o sol se pôr, foi lindo,
mas sinceramente não valeu a pena, pois o lugar é muito sujo...
No dia seguinte levantamos cedo e Ricke não estava muito bem,
sentia dores na barriga e teve um “Piriri” (claro que foi o danado do pastel).
Chegamos super cedo no porto, às 8hs e entramos no barco para
garantir o melhor lugar, tiramos umas fotos e logo foram chegando mais gente,
mas não encheu muito...
Saímos às 08:40, o dia estava muito lindo, sol e céu aberto,
o lago estava calmo, muito diferente das ondas de ontem... Escolhemos um lugar
dentro do barco, estava muito frio fora com o vento...
A viagem dura 2 horas até a parte norte, onde chegamos às
10:30 e decidimos ficar em um hostel indicado pelo motorista do barco, o preço
foi de 20 bolivianos por pessoa, quarto privado, com banheiro compartido,
limpinho, mas as camas eram horríveis...
Seguimos um guia que nos recebeu, não há custos, somente
pedem uma gorjeta no final do tour. Passamos na bilheteria e pagamos o ingresso
às ruínas que era de 10 bolivianos, eu comprei um sanduíche vegetarianos e
seguimos ao pequeno museu que existe no povoado, depois seguimos o grupo e
passamos por uma bela praia onde iniciamos uma subidinha.
Ricardo não estava passando bem, então não conseguimos seguir
muito bem o grupo, em um certo ponto, desistimos de seguir o guia, pois ele
estava andando muito rápido e quando chegávamos ele já havia acabado a
explicação, devido à altitude foi
difícil acompanhar esse ritmo na subida...
Seguimos à um mirador
e ficamos um tempo contemplando maravilhosa paisagem do local, o vento era
frio, mas delicioso...
Nos encantamos com a beleza do lago, haviam praias desertas
abaixo e as cores de eram verdes esmeralda, fascinante...
Depois de uns 40 minutos, seguimos ao sítio arqueológico,
onde se encontra a mesa de oferendas (onde sacrificavam crianças e virgens), a
hoca sagrada e Labirinto de Chinkana, e avistamos também algumas terraças Incas.
Nos aventuramos pelo labirinto e
depois resolvemos subir um
cerro que estava à frente, demorou um pouco porque sentimos falta de ar,
Ricardo principalmente... no topo, nos ajeitamos e deitamos por mais de 1 hora,
sentimos muita paz e tranqüilidade neste local, e ficamos alucinados com a
paisagem à frente...
Na volta paramos para comprar algo para comer, eu comi um
sanduíche de ovo e Ricardo uma maça, ele já estava um pouco sonolento, pois dei
a ele um dramim para náuseas.
Chegamos no vilarejo às 15hs e ele deitou um pouco, às 17hs
saímos a procura de comida e não encontramos nada, nos disseram que às 19hs os
restaurantes abririam, comprei umas bananas e mexerica, às 19hs saímos a
procura de comida, estava MUITO FRIO, entramos no primeiro restaurante que
encontramos e perguntei se havia macarrão vegetariano que estava no menu, a
resposta foi não, havia dois casais comento truta... perguntei se havia omelete
do menu, resposta NÃO, Arroz com batata frita e tomate?? NÃO, não temos
arroz... eu me estressei, parecia que não queriam vender comida para nós...
saímos desesperados de fome na escuridão do vilarejo, perguntei para umas
pessoas se havia algum lugar para comer e nos disseram que virando a rua havia
um restaurante aberto... entramos e havia um casal olhando o menu,
perguntei para a menina que estava ali o
que havia para comer, ela disse que tudo que estava no menu, escolhemos omelete
de queijo e de legumes, que viria acompanhado de batata frita e legumes.
Eram 19:15 quando fizemos o pedido, a garota estava sozinha e
logo entram mais ou menos 10 pessoas, fiquei morrendo de pena da garota...
Enquanto esperávamos beliscamos um amendoim que levei e uma hora depois chegou
um prato com um omelete gigante, cheio de batata frita, vagem e cenoura
cozidos... valeu a pena esperar, estava delicioso, comemos e fomos dormir em
seguida...
Apesar das péssimas condições da cama (Ricardo ficou afundado
no meio de um buraco em sua cama, que parecia de hospital, dormimos bem, nos
preparamos e fomos tomar café da manhã
Iniciamos a trilha que liga a parte Norte e Sul da Ilha pouco
mais de 8horas, subimos a trilha Inca, e como de costume, o caminho era feito
por pedras.
A trilha é de montanha e não tem muita vegetação, mas muito
linda, é possível ver os dois lados do lago da trilha...
Seguimos o caminho muito tranqüilos, caminhando devagar e
parando bastante para contemplar o Titicaca.
No meio da trilha existe uma portaria onde cobram 15
bolivianos para a travessia.
Chegamos à parte sul às 11hs, foram mais ou menos
11 km percorridos e 3 horas de caminhada,
encontramos um lindo hotel no caminho
e ficamos tentados à pernoitar na parte sul que possui uma ótima estrutura para
receber turistas, muito diferente da parte norte...
Sentamos em um restaurante que tem a vista para o lago e
pedimos nosso almoço enquanto pensávamos no que fazer... Ricardo almoçou
espaguetti e eu omelete com arroz e batata frita...
Optamos por fazer um descanso naquele paraíso e pagamos 160
bolivianos por um belo quarto com vista para o lago.
Deixamos nossas mochilas e caminhamos até o templo do sol,
que estava muito distante do hotel e rendeu uma bela caminhada de volta...
Lá pagamos 5 bolivianos e ficamos pouco tempo para conhecer o
templo que é menor que o labirinto.
Chegando no hotel, tomamos um banho e fomos desfrutar aquela
visão do paraíso tomando um chá quente e ouvindo música brasileira, bateu até
uma nostalgia em Ricardo que sentiu saudades do Brasil.
À noite fomos ao mesmo restaurante que almoçamos e comemos
uma pizza, que não estava lá essas coisas, mas matou nossa fome, na volta continuamos
agarradinhos ouvindo música até adormecemos...
Às 06hs acordei depois de bela noite de sono, saí do quarto
para ver se era possível contemplar o sol nascer, mas para minha decepção o
tempo estava todo fechado... voltamos para a cama e esperei Ricardo acordar...
Às 08hs, descemos e
tomamos um belo café da manhã de frente ao Titicaca, estava delicioso, havia
vitamina de laranja com banana e ovos mexidos. Enquanto comíamos, um boliviano
nos ofereceu passagem para Copacabana Às 10hs, só que o porto era diferente do
que tem a escadaria inca, ele nos informou os horários de barco, que eram Às
10:30 e 16hs, eu estava crente que eram 13:30 , como já eram quase 09hs, nos
apressamos e descemos rumo ao porto, chegamos cedo , a escadaria não é lá
aquelas coisas, mas rendeu uma bela foto...
Como chegamos cedo, aproveitamos para tirar fotos com um
barco de totora que estava ali perto.
Às 10:30 saímos, o barco estava lotado de turistas e muita
bagagem, viemos espremidos, o lago estava bastante agitado, Ricardo tomou um
dramim para evitar náuseas.
A travessia foi tranqüila, chegamos no hotel e pegamos um
quarto no último piso, só que não tinha acesso à internet no quarto... tomamos
um belo banho e saímos para comprar comida e nossas passagens para Puno e
Cusco.
Resolvemos aproveitar os bons preços de hospedagem em
Copacabana e mais quatro noites para curtir as compras e a cidade, depois
seguiríamos à Puno, faríamos o passeio às ilhas de Urus e viajaríamos à noite
para Cusco (180 bolivianos tudo, companhia Titicaca)...
No dia seguinte, esperamos ônibus no local determinado
preenchemos os papéis de imigração, subimos no ônibus que estava vazio, haviam
apenas 8 pessoas.
Após 20 minutos chegamos na fronteira, descemos e
carimbamos nossos passaportes, caminhamos uns 200 metros e chegamos na aduana
do Peru,
Ali também carimbamos o passaporte e cambiei 100 bolivianos
(devia ter cambiado tudo, pois ali pagam muito mais pelos bolivianos que em
Cusco)
Subimos e seguimos viagem no lado peruano, fazia mais frio
ali e havia algum vestígio de neve no campo, a sujeira era a mesma da Bolívia,
ficamos decepcionados e Ricardo ainda se estressou um pouquinho por um lugar
tão bonito estar tão sujo...
Seguimos viagem sempre margeando o lago Titicaca, comemos uma
batatinha e suco e às 11hs do horário peruano chegamos em Puno, descemos nossas
bagagens e levamos à empresa de ônibus, trocamos nossos tickts e seguimos às
12hs para o passeio às ilhas flutuantes de Uros, tomamos um taxi que nos levou
ao porto, descemos e caminhamos um pouco até chegar ao cais, o barco estava
preso e havia dois outros ao lado, foi muito legal como tiraram o barco,
empurraram os outros dois e saiu,
o barco era melhor que o de Copacabana,
Subimos e seguimos às ilhas, estávamos esperando uma
ilhazinha e em 30 minutos de navegação, fomos surpreendidos por uma cidade
inteira de ilhas...
Urus é uma municipalidade, tem prefeitura, escola,
hospital, enfim, uma cidade, as ilhas são como os bairros, são 75 no total,
constituídas sempre por famílias inteiras que constroem suas pequenas casas e
sobrevivem do turismo,
descemos e tivemos uma bela aula de história com o
capitão do barco,
Logo depois fomos conhecer as casas, entramos e uma nativa
me deu suas roupas para colocar, Ricardo adorou o look, eu nem tanto... hehehe,
depois dei uma gorjeta para ela e tiramos algumas fotos,
Os nativos foram muito receptivos e amáveis, afinal, eles
dependem do que vendem, fazem um trabalho excepcional, mas como não havia
cambiado soles suficiente, não compramos nada, "somente sacamos fotos"
fizemos um pequeno passeio de 20
minutos em uma embarcação típica, que custou 5 soles por pessoa.
Fomos levados à uma
outra ilha que havia um restaurante, dois casais resolveram almoçar e tivemos
um tempo livre, na verdade não há muito o que fazer, mas foi incrível conhecer
esse modo de vida desses nativos que têm uma tradição de mais de 400 anos,
afinal, qual a chance de se estar em uma cidade flutuante de palha... adoramos
o passeio.
Às 15:30 estávamos em Puno, como nosso tour estava incluso
transporte, pedimos para nos deixarem no centro que estava à 6 quadras do porto
(uma dica, não fechem o passeio em Copacabana ou com agências, no porto vendem
passagem à 10 soles, e a entrada para ilha é de 5 soles, sai mais barato fazer
por conta, outro grande erro foi termos comprado passagem para Cusco, saiu mais
3 vezes mais caro e ainda escolheram a companhia mais popular... um ônibus de Puno à Cusco custa 20 soles...
ARREPENDIMENTO).
Paramos na praça e procuramos um lugar para comer, o mais
econômico que encontramos foi um menu do dia (claro que foi todo trocado) por 9
soles, era pouca comida e pedimos uma porção de batata fita para interar...
comemos e ficamos um tempo no restaurante, logo seguimos nosso caminha
passeando pela cidade, papeamos bastante e lembrei o tempo de infância contando
minhas travessuras para Ricardo... paramos no orla e ficamos observando uns
garotos jogar vôlei, começou a chover e seguimos para o terminal, assistimos
alguns episódios de Chaves no computador para nos distrair enquanto esperávamos
o ônibus que sairia às 21hs.
Eu estava muito cansada e faltando 30 minutos para saída do
ônibus, fomos retirar as mochilas e não havia ninguém para nos receber, fiquei
estressada e esperamos 15 minutos, como o ônibus já estava estacionado, chamei
um policial que estava no terminal e expliquei a situação, ele prontamente
imobilizou algumas pessoas e em 5 minutos o atendente chegou, nos deu as
mochilas com a cara fechada... agradecemos e fomos tomar o ônibus, eu já sabia
que era ruim então não me decepcionei... subimos e estava muito lotado,
estávamos muito cansados e dormimos...
A Viagem até que foi tranqüila, dormimos quase todo o
trajeto, acordamos 1:30 hs com uns policiais revistando o ônibus, aproveitei e
fui ao banheiro, no corredor havia pessoas sentadas e algumas crianças deitadas
dormindo, tive que ser ninja para chegar no banheiro sem atropelar ninguém J
Às 4hs chegamos em
Cusco descemos e fomos para dentro do terminal, que estava lotado de pessoas
dormindo no chão, nas cadeiras etc... sentamos e fomos ao banheiro, enquanto
estava pesquisando passagens para La Paz e Lima, vi uma senhora oferecendo
hostel para um casal, aproveitei a deixa e perguntei para nós, consegui um
desconto e ela disse que não cobraria hoje (já que eram 5 hs da manhã), tomamos
um taxi por 10 soles (mais caro pelo horário) e seguimos para o hotel que era
muito legal, o quarto muito arrumado, enfim adoramos, quem quiser se hospedar
em Cusco super indico, barato, e pertinho da praça central...
SAMANAPATA HOSTEL
Rua Siete Angelitos, 643 (são 3 endereços diferentes no
site, fiquei nesse e gostei muito – se negociar o preço direto com eles sai
mais barato)
Email: hostalsamanapata@gmail.com
Telefone –
51-84236606
É isso ai, logo postaremos TUDO SOBRE CUSCO e MACHUPICHU!!
Haribol!!!
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